evolução,  terra

a jornada da xamã

Em toda minha vida nunca havia imaginado que encontraria no Xamanismo uma das respostas para a minha espiritualidade, quem sabe talvez por ter vindo de família católica apostólica romana.

Meu primeiro contato com o Xamanismo foi na Aldeia Outro Mundo em abril de 2018, através de Mayo, o xamã que abriu a minha mente pra uma das egrégoras mais lindas que poderia conhecer nessa existência. Posso dizer que foi uma das melhores vivências que tive naquele lugar, uma vivência de cura e acima de tudo gratidão. Pena que não tinha entendimento suficiente pra admitir isso na época.

Talvez porque, no meu processo de cura, ainda precisasse passar primeiro pela experiência da Ayahuasca pra que essa transformação de um ser que acreditava ser apenas escuridão, pra um ser que abraçou a própria luz. Agradeço a Zé que foi de extrema importância pra esse meu reconhecimento do que é o meu ser.

Mas o mais fundamental para essa jornada foi o curso que me proporcionou transformar minha vida de uma vez por todas. Afinal, não fui buscar minha cura em um terapeuta xamã, busquei, mesmo que sem querer, aprender a ser essa terapeuta.

Jamais imaginei que fosse esse curso que me faria repensar a minha busca por um diploma, ou compreender que a minha missão dessa existência, ou talvez até de futuras, seja trabalhar com a cura. Demorei até compreender tudo isso, pois tive muita dificuldade em começar a me sentir confiante para praticar.

Porém como estamos falando de jornada, estava faltando o instrumento essencial para ela, um tambor, ou, como também é chamado cavalo. E após ter passado alguns longos meses procurando o artesão ideal, lembrei que Mayo, aquele primeiro xamã que apareceu em minha vida, confecciona tambores. Foi o universo me mandando mais uma mensagem, que meu cavalo precisava vir de mãos especiais.

Que comecem, então, as jornadas…

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